sábado, 31 de outubro de 2009

A Moda


Tá na moda ser crente. O mundo inteiro entrou numa onda de positivismo depois que o estouro do lema “Sexo, drogas e Rock’in Roll” passou. As pessoas se preocupam com a saúde, se importam com o ambiente e fazem várias correntes em prol da paz e da solidariedade. Um moralismo tomou conta da sociedade contemporânea e ser crente virou a moda da vez. Ainda que a promiscuidade tome conta do mundo, mesmo que a violência se torne cada vez mais avassaladora e ainda que ainda existam pessoas descrentes, o fenômeno da “crentelização” é forte e concreto.

É importante salientar que quando falo em crente quero mencionar todo aquele que crê em algo religioso. Não estou me referindo ao cristianismo e nem mesmo outro gênero especificamente, estou falando dessa tendência, que age não só como modeladora de princípios e costumes, mas como modeladora, também, das redes sociais. O ser humano, além da gradativa busca pela moral, vive intensamente a heterogeneidade das malhas sociais. Significa que as pessoas enxergam nas variadas tribos religiosas, não só a oportunidade de ter uma experiência espiritual e introspectiva, mas, também, de ingressar em um novo meio em busca da socialização intensa que envolve o mundo.

Tudo estaria certo, tudo estaria ótimo se o mundo inteiro entrasse na “corrente do bem” e resolvesse se dedicar seriamente aos princípios religiosos. Mas o que acontece, pelo menos é o que eu vejo, é que as pessoas pouco se importam em conhecer as religiões, entender as doutrinas e experimentar a vida com a ajuda e guia de algo superior. E é justamente esse “algo superior” que predomina nos discursos dos candidatos a crentes. Com esse falso moralismo, as crenças, na verdade, passam a ser ajustes que o homem faz para moldar a religião ao seu modo de pensar e agir de uma maneira que fique cômoda a intervenção de “algo superior”. Nesse sentido o número de igrejas, movimentos, seitas e grupos criados é espantoso e têm sempre aqueles que dizem acreditar em um “ser superior”, sem que para isso haja doutrina ou algum embasamento para tanto.

Eu, como uma pessoa religiosa, ficaria muito feliz em ver o mundo caminhar para uma melhora espiritual. Eu já cansei de ver as tragédias que o próprio homem tem causado e como isso tudo poderia ser evitado se o mundo todo estivesse em contato com o amor e em harmonia com o próximo. Mas para isso, não basta fingir que acredita, fingir que adora, brincar de ser crente. As pessoas precisam acreditar em algo superior de coração aberto, com sinceridade e honestidade. Sem entrega não há salvação, e o mundo precisa muito de salvação!

Mas é importante salientar que na bíblia, Deus já havia nos alertado:

“E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.” Mateus 24:11.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Dia


Cada brasileiro, vivo ou morto já foi Flamengo por um instante, por um dia.“, disse Nelson Rodrigues, fanático tricolor! Hoje, 28 de outubro, é o dia do flamenguista. Hoje, 28 de outubro de 2009, é o dia que o Flamengo pode se tornar líder do campeonato Brasileiro. Hoje, como quase toda quarta-feira, é dia de 35 milhões de pessoas viverem por um só objetivo e outras 150 milhões torcerem contra. Amanhã, como sempre, líder ou fora da briga, a capa dos jornais terá o tal do Flamengo. Decidindo titulo, lá estarão milhares de torcedores, em outro estado, fazendo com que o tal do Flamengo jogue em casa quando deveria atuar fora. No sábado, onde todos brigam pela liderança, lá estará ele, de novo, jogando com 12, burlando o regulamento básico do futebol. E se o time perder o titulo novamente, não muda nada. Vão se revoltar, xingar, protestar e, daqui 3 meses, lá estaremos fazendo juras de amor ao time num clássico qualquer pelo campeonato estadual, aquele que não aguentamos mais vencer. O time mais inexplicável do planeta terra, sem dúvida. Não ganha o principal titulo nacional desde 1992. Lá se vão mais de 17 anos e a torcida diminui? Não, aumenta. Segundo pesquisa, a maior entre as crianças do país. Somos a unica torcida do planeta que paga ingresso por 2 espetáculos. Um no campo, como todas elas, e outro que nós mesmos proporcionamos. O flamenguista vai ao Maracanã pra curtir o time, o jogo, o clima e a própria torcida. Dà pra acreditar? Imagino a torcida adversária do outro lado do estádio vendo nosso espetáculo, é por isso que somos odiados. Odiar o Flamengo é absolutamente justificavel. Qualquer um fica irritado em ganhar titulos e mais titulos e ver que a capa do jornal não muda de foto. É sempre a do Flamengo. Qualquer um se incomoda em saber que titulos e dividas menores não conseguem sobrepor a importancia de um clube que tem sua grandeza baseada em nada atual e concreto. Devemos milhões, e isso não faz a menor diferença. Ao contrário do amor que tanto exaltamos, este não vai embora quando o amado fica pobre. É amor de verdade, o mais puro que existe. Incondicional, este sim. Aquele que não analisa, que não raciocina, que não condiciona a nada. A nação poderia dizer, sem culpa: “Eu te amo, e pronto”. Não interessa porque, como, quando e nem sob quais condições. É maior, é inexplicável. É grande. Porque? Porque é. Pode existir algo maior do que o que não se explica? Ser Flamengo é algo que não tem comparação. Eu não nasci assim, e nem ouso dizer se felizmente ou infelizmente. Flamenguista é aquele sujeito que ama futebol acima do que ele o proporciona. Aquele que não troca amor por resultados, e que não condiciona sua preferencia por um ou outro jogador. Ser flamenguista não torna ninguém melhor do que os outros, nem pior. Diferente, sem dúvida. Sermos a maioria isso é algo que fortalece. É infinito, porque a nação não tem fim, e nem deixará de ser a maior torcida do país nos próximos 200 anos. Entrar num Maracanã lotado e olhar pra aquela torcida é algo que apenas os jogadores do Flamengo sabem o que é, o que significa e o quanto importa. “Torcida não ganha jogo”, dizem. “Só se for a sua”, eles dirão. Hoje é dia do flamenguista. Você não é Flamenguista? Que pena. Parabéns a todos nós!

Autor: desconhecido.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A Sacola



Certa vez minha prima Rejane me mostrou o seu blog. Ela é formada em Biologia e tem aquele característico instinto ambientalista e ativista. Uma das postagens do blog era voltada para estas sacolas retornáveis que não prejudicam o planeta com os indesejáveis 400 anos de “lixo plástico”. Outro dia eu vi também uma propaganda da TV Globo que fazia campanha pela eliminação dos sacos plásticos, sem falar na enorme quantidade de páginas na web dedicadas a este assunto e, numa loja de conveniências de um posto de gasolina ( a materialização de tudo que eu já havia visto virtualmente) várias sacolas retornáveis estavam sendo vendidas pelo “precinho camarada” de R$ 25,00.
Pode ser que eu esteja realmente sendo muito pouco inteligente, mas que benefício uma sacolinha de “fazer-compra” vai trazer para a Terra se, na verdade, nós usamos os sacos plásticos para depositar o lixo gerado por nosso consumo? Não sei se em todo o mundo é assim, mas eu conheço muita gente que guarda os sacos plásticos para servirem de saco de lixo da lixeira. Inclusive, há aqueles que pegam mais saquinhos do que o necessário no mercado para guardar para eventuais necessidades.
Mas, se o verdadeiro motivo do mundo estar repleto de sacos plásticos que demoram 400 anos para serem degradados não é a utilização dos mesmos para compras, e sim para depósito de lixo, de que servem as benditas “sacolas retornáveis”? Eu não consigo adequar essa campanha à minha realidade de forma positiva. Imaginando como seria, eu penso em quanto dinheiro o mundo inteiro gastaria na compra de sacos de lixo e na movimentação financeira do mercado que envolve a produção deste material. Porque sem as sacolinhas do mercado para pôr o lixo que consumimos, algum outro material deve substituí-las, resultando no mesmo nível de poluição.
Espero que alguém um dia consiga esclarecer essa idéia que para mim é tão absurda, mas o mundo inteiro insiste em defender. Deve haver alguma boa justificativa para alguém dar R$ 25,00 nessa sacolinha e ainda ter que se virar pra arrumar algo que segure seu lixo, até que alguém venha recolher. Eu acredito que uma campanha pelo bem do mundo deva existir, mas esse não é o caminho.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A História



Como o sol da sexta-feria já se pôs, aí vai uma história inspiradora e ao mesmo tempo uma ótima indicação musical para começarmos o santo dia do Senhor em espírito de Adoração.
Jeremy Camp é um cantor norte-americano de rock cristão. Antes de lançar seu primeiro álbum, Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia). Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa. Ele se lembra: “Eu estava em admiração desta mulher que claramente amava a Deus.” Logo os dois se encontraram e começaram a namorar. Mas o que parecia um conto de fadas ou uma história que você provavelmente já ouviu em igrejas, se tornou em uma prova de fé que levaria Camp a passar a maioria de seu tempo sentando ao lado de uma cama de hospital. Melissa, já havia dito a Camp que eles deveriam terminar o namoro por que alguma coisa estava para acontecer. No fundo ela já sabia que sua vida mudaria completamente. Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela obteve um diagnóstico de câncer. Dali em diante a vida de Camp passou a ser de muita oração para que Melissa pudesse se recuperar.
Durante uma noite no hospital Melissa contou a Jeremy que ela não estava com medo de morrer, mas que gostaria que, através de sua morte, pelo menos uma pessoa pudesse vir a conhecer a Cristo. Mesmo que isso tivesse um impacto muito grande em sua vida, não era exatamente o que Camp queria ouvir naquele momento.
Dirigindo para longe do hospital, Jeremy Camp fez uma promessa um pouco estranha a Deus, dizendo: “Se Você quiser que eu me case com ela, então eu o farei”. Cinco meses depois, a saúde de Melissa havia melhorado um pouco, ela e Camp se encontraram em frente ao altar.
A história de Jeremy Camp seria uma história maravilhosa se acabasse aqui, mas Deus tinha muito mais reservado a ele. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os próximos meses Camp passou muito tempo no quarto do hospital. Ele fazia o que sabia de melhor: tocava músicas para Melissa. Durante este período Camp descobriu que a música não era mais tão importante para ele, mas sim o que ele poderia fazer com aquela música. Ele disse: “Música não é a minha vida, Cristo é a minha vida… A única coisa que realmente importa é o que fazemos para Cristo enquanto estamos aqui na terra”. E essa é a perspectiva que brilha em toda canção que ele escreve.
Em quanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”, que diz, “Eu acreditarei quando Você disser, sua mão me guiará por todo o caminho… Oh, eu andarei pela fé, mesmo quando eu não puder ver…” e logo depois da morte de Melissa Camp escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito). A canção fala sobre os problemas que ele enfrentou e que mesmo diante da morte de sua esposa ele acreditou em Deus, que Ele tinha um plano maior.
O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. A morte de Melissa e o testemunho de Camp levaram muitas outras pessoas a conhecerem a Cristo.
Hoje ele é casado com Adrienne Leisching (ex-lider da banda Benjamin Gate). E tem uma filha com ela. Todos os álbuns chegaram a número um nas rádios americanas e até hoje Camp ainda conta sua história e como Deus permaneceu fiel a ele.



Fontes: Wikipedia e adoracaosemlimite.wordpress.com



Eu recomendo o álbum “Live Unplugged” – 2006, na minha opinião o melhor entre todos os outros.Espero que vocês tenham gostado da históriq e que aproveitem as inspiradoras músicas deste abençoado cantor e compositor: Jeremy Camp. Na parte inferior da página vocês podem ver amostras de algumas músicas.

A Vitória



Antes de atingir uma certa maturidade eu tinha total aversão ao PT! Sempre odiei a pessoa Lula e não queria nem entender quais eram os pós e contras de suas propostas e até de seu governo. Hoje continuo sem entender como se administra direito um país e entendo menos ainda de política, mas me atrevo a dizer que o Presidente Luís Inácio Lula da Silva tem me surpreendido em muitos aspectos. Quando ele foi eleito me veio um desespero enorme porque eu acreditava fielmente que um cara com um nível muito baixo de escolaridade como ele seria uma catástrofe no quesito Educação. Como eu estava quase me tornando um pré-universitário eu vi meu futuro indo pra vala. Me surpreendi com as melhoras que houveram nas facilidades que pessoas com pouca oportunidade de estudo podiam ter para ingressar na faculdade através dos projetos, como o ProUni. Repito que não sou um entendido do assunto, apenas tive essa sensação, até porque muitos amigos meus foram beneficiados.
Mas o que realmente me surpreendeu foi a nítida evolução do esporte brasileiro, principalmente no setor Olímpico. É claro que vocês já devem imaginar a causa desta postagem: a vitória da cidade do Rio de Janeiro para sediar as Olímpiadas de 2016. Depois do Pan-americano realizado aqui e da Copa do Mundo que será realizada em 2014, essa conquista de hoje prova como o governo tem mudado o estereótipo do país no cenário mundial. É claro que os créditos vão também para todos envolvidos no projeto Rio 2016, principalmente a equipe de mídia que fez um trabalho fantástico, realmente o melhor das 4 candidatas, e o mago cineasta Fernando Meireles que produziu um vídeo magnífico. Mas eu atribuo a vitória ao trabalho do governo e principalmente dele: O Presidente!
Pra completar, segundo o Banco Mundial, o Brasil será a quinta maior potencia econômica até 2016. Não sei se isso já é suficiente pra merecer ser eleito duas vezes seguidas o Presidente da República do Brasil, mas pra mim é suficiente pra mudar minha forma de ver o político Lula e a política do PT.


O Começo





Eu sou um misto de timidez com desenvoltura. Aqueles que estão mais próximos sabem como gosto de argumentar, debater, defender uma idéia até convencer ou me convencer do contrário. Seja para grande ou pequeno público preciso de um freio, caso contrário, falo até me sentir satisfeito com o que disse. Meus amigos me conhecem como teimoso, persistente e insistente, justamente pelo fato de que gosto de expor meu posicionamento.
Mesmo assim, sou estudante e atuo na área de Jornalismo, mas nunca tive coragem de criar um blog. Mesmo tendo muito o que falar tinha medo da idéia de sustentar uma página no imenso universo da Internet. Foi então que uma série de coisas conspiraram para o meu lapso de atitude e coragem para, enfim, criar um blog. Primeiro, que eu vi muitos amigos comunicólogos ingressando nessa atividade com um resultado bastante satisfatório, e, segundo, depois que vários fenômenos naturais minaram minhas chances de ficar um bom tempo conversando e debatendo diversos assuntos, eu senti que no blog voltaria a dialogar sobre qualquer coisa sem precisar me prender à massacrante dupla: espaço e tempo.
Minha intenção é simples: criar um espaço meu com uma identidade própria, capaz de gerar debates e servir de vitrine para os meus projetos e idéias, afinal, a comunicação não existe sem um receptor. Eu realmente não tenho idéia da repercussão que esta página gerará, mas sei dos efeitos pra minha vida pessoal e profissional que eu quero alcançar. Estou satisfeito com a possibilidade de, pelo menos com o meu PC, descarregar as idéias que circulam no meu complexo e simples “maquinário pensante”.